
Para além de ser o espaço da produção e circulação de riqueza, a cidade é – ou deveria ser – o espaço, por excelência, daqueles e daquelas que produzem essa riqueza, e mesmo das pessoas que, excluídas da dinâmica econômica e social local, precisam se sentir parte dali.
Iniciativas como essa, da Triocom Cultural e da UNALGBT, despertam nossa atenção para o necessário debate sobre o Direito à Cidade, conceito cunhado pelo sociólogo francês Henri Lefebvre e contemplado no nosso Estatuto das Cidades, que apresenta a cidade como um espaço central da realização do ser humano.
A cidade não é apenas para ganhar dinheiro, nem tão somente as ruas são para os carros. A cidade precisa ser, de fato, o lugar onde temos condições para nos realizarmos como pessoas e cidadãos.
Parabéns, Una e Triocom!